Rejeição 357 — Chave de Acesso do grupo de Exportação Indireta inexistente
Motivo da rejeição
Chave de Acesso do grupo de Exportação Indireta inexistente
O que é esta rejeição?#
A Rejeição 357 é retornada pela SEFAZ durante a validação da NF-e quando há uma inconsistência relacionada a chave de acesso que identifica unicamente a NF-e, dígito verificador calculado a partir da chave de acesso. Isso significa que a nota fiscal não foi autorizada e precisa ser corrigida antes de ser retransmitida.
Os campos afetados estão na seção de chave de acesso, identificação da NF-e do XML.
Campos XML relacionados#
Esta rejeição está associada aos seguintes campos do XML da NF-e. Verifique cada um deles ao diagnosticar o problema:
| Campo | XPath no XML | Descrição |
|---|---|---|
| chNFe | protNFe/infProt/chNFe | Chave de acesso da NF-e (44 dígitos) |
| cDV | NFe/infNFe/ide/cDV | Dígito verificador da chave de acesso |
| cNF | NFe/infNFe/ide/cNF | Código numérico da NF-e |
Causas comuns#
- O dígito verificador da chave de acesso está incorreto
- A chave de acesso tem formato inválido (deve ter exatamente 44 dígitos)
- Os componentes da chave (UF, data, CNPJ, modelo, série, número) não correspondem aos dados da NF-e
- O código numérico aleatório (cNF) está ausente ou com formato incorreto
Como resolver#
- Recalcule o dígito verificador usando o algoritmo módulo 11 conforme especificação da SEFAZ
- Verifique se todos os componentes da chave de acesso correspondem aos dados informados na NF-e
- Confirme que a chave tem exatamente 44 dígitos numéricos, sem espaços ou caracteres especiais
- Regenere a chave de acesso completa no seu sistema emissor e retransmita
Verificações analíticas#
- Se o campo chNFe do grupo exportInd contém 44 dígitos mas os 2 primeiros não correspondem ao cUF de nenhuma UF válida (11-53) então a chave referenciada aponta para um estado inexistente: corrija os dígitos de posição 1-2 para o cUF correto da UF emitente da NF-e de exportação direta originária.
- Se os dígitos de posição 4-9 da chNFe referenciada no grupo exportInd (AAMM) representam uma data anterior à dhEmi da NF-e corrente em mais de 5 anos ou posterior à dhEmi então a competência da chave não é plausível para uma NF-e de exportação direta vinculada: ajuste o AAMM para o mês e ano de emissão real da NF-e exportadora.
- Se o CNPJ contido nas posições 10-23 da chNFe do grupo exportInd não coincide com o CNPJ do emitente (emit/CNPJ) nem com qualquer CNPJ informado em autXML então a chave referencia um emissor completamente desvinculado da operação: valide o CNPJ do exportador direto e reconstituia a chave com o CNPJ correto.
- Se o dígito verificador calculado pelo algoritmo módulo 11 (pesos 2-9 aplicados da direita para a esquerda sobre os 43 primeiros dígitos, com resultado 0 ou 1 substituído por 1) difere do 44º dígito da chNFe informada no grupo exportInd então o dígito verificador está errado independentemente do formato aparentemente correto: recalcule o cDV e atualize apenas o último dígito da chave antes de retransmitir.
- Se o campo nNF embutido nas posições 26-34 da chNFe do grupo exportInd resultam em valor 000000000 ou superior a 999999999 então o número da NF-e exportadora foi truncado ou corrompido durante a montagem da chave composta: recupere o número exato da NF-e de exportação direta no sistema de origem e regenere a chave completa.
Consulte IEs e CNPJs antes de emitir NF-e
Muitas rejeições acontecem por dados cadastrais desatualizados. Com a FiscalAPI, consulte Inscrições Estaduais e CNPJs em tempo real direto da SEFAZ e Receita Federal.
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