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FiscalAPI
357 Chave de Acesso

Rejeição 357 — Chave de Acesso do grupo de Exportação Indireta inexistente

Motivo da rejeição

Chave de Acesso do grupo de Exportação Indireta inexistente

3 min de leitura

O que é esta rejeição?#

A Rejeição 357 é retornada pela SEFAZ durante a validação da NF-e quando há uma inconsistência relacionada a chave de acesso que identifica unicamente a NF-e, dígito verificador calculado a partir da chave de acesso. Isso significa que a nota fiscal não foi autorizada e precisa ser corrigida antes de ser retransmitida.

Os campos afetados estão na seção de chave de acesso, identificação da NF-e do XML.

Campos XML relacionados#

Esta rejeição está associada aos seguintes campos do XML da NF-e. Verifique cada um deles ao diagnosticar o problema:

CampoXPath no XMLDescrição
chNFeprotNFe/infProt/chNFeChave de acesso da NF-e (44 dígitos)
cDVNFe/infNFe/ide/cDVDígito verificador da chave de acesso
cNFNFe/infNFe/ide/cNFCódigo numérico da NF-e

Causas comuns#

  • O dígito verificador da chave de acesso está incorreto
  • A chave de acesso tem formato inválido (deve ter exatamente 44 dígitos)
  • Os componentes da chave (UF, data, CNPJ, modelo, série, número) não correspondem aos dados da NF-e
  • O código numérico aleatório (cNF) está ausente ou com formato incorreto

Como resolver#

  1. Recalcule o dígito verificador usando o algoritmo módulo 11 conforme especificação da SEFAZ
  2. Verifique se todos os componentes da chave de acesso correspondem aos dados informados na NF-e
  3. Confirme que a chave tem exatamente 44 dígitos numéricos, sem espaços ou caracteres especiais
  4. Regenere a chave de acesso completa no seu sistema emissor e retransmita

💡
Dica: Para identificar a causa desta rejeição, comece verificando os campos chNFe, cDV, cNF no XML da NF-e. Compare os valores informados com os dados cadastrais atualizados na SEFAZ e na Receita Federal.

Verificações analíticas#

  • Se o campo chNFe do grupo exportInd contém 44 dígitos mas os 2 primeiros não correspondem ao cUF de nenhuma UF válida (11-53) então a chave referenciada aponta para um estado inexistente: corrija os dígitos de posição 1-2 para o cUF correto da UF emitente da NF-e de exportação direta originária.
  • Se os dígitos de posição 4-9 da chNFe referenciada no grupo exportInd (AAMM) representam uma data anterior à dhEmi da NF-e corrente em mais de 5 anos ou posterior à dhEmi então a competência da chave não é plausível para uma NF-e de exportação direta vinculada: ajuste o AAMM para o mês e ano de emissão real da NF-e exportadora.
  • Se o CNPJ contido nas posições 10-23 da chNFe do grupo exportInd não coincide com o CNPJ do emitente (emit/CNPJ) nem com qualquer CNPJ informado em autXML então a chave referencia um emissor completamente desvinculado da operação: valide o CNPJ do exportador direto e reconstituia a chave com o CNPJ correto.
  • Se o dígito verificador calculado pelo algoritmo módulo 11 (pesos 2-9 aplicados da direita para a esquerda sobre os 43 primeiros dígitos, com resultado 0 ou 1 substituído por 1) difere do 44º dígito da chNFe informada no grupo exportInd então o dígito verificador está errado independentemente do formato aparentemente correto: recalcule o cDV e atualize apenas o último dígito da chave antes de retransmitir.
  • Se o campo nNF embutido nas posições 26-34 da chNFe do grupo exportInd resultam em valor 000000000 ou superior a 999999999 então o número da NF-e exportadora foi truncado ou corrompido durante a montagem da chave composta: recupere o número exato da NF-e de exportação direta no sistema de origem e regenere a chave completa.
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Consulte IEs e CNPJs antes de emitir NF-e

Muitas rejeições acontecem por dados cadastrais desatualizados. Com a FiscalAPI, consulte Inscrições Estaduais e CNPJs em tempo real direto da SEFAZ e Receita Federal.

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