Rejeição 250 — UF diverge da UF autorizadora
Motivo da rejeição
UF diverge da UF autorizadora
O que é esta rejeição?#
A Rejeição 250 é retornada pela SEFAZ durante a validação da NF-e quando há uma inconsistência relacionada a unidade federativa do contribuinte. Isso significa que a nota fiscal não foi autorizada e precisa ser corrigida antes de ser retransmitida.
Este código indica que rejeição: UF diverge da UF autorizadora.
Os campos afetados estão na seção de dados do destinatário, dados do emitente, identificação da NF-e do XML.
Campos XML relacionados#
Esta rejeição está associada aos seguintes campos do XML da NF-e. Verifique cada um deles ao diagnosticar o problema:
| Campo | XPath no XML | Descrição |
|---|---|---|
| cUF | NFe/infNFe/ide/cUF | Código da UF do emitente |
| UF_emit | NFe/infNFe/emit/enderEmit/UF | UF do emitente |
| UF_dest | NFe/infNFe/dest/enderDest/UF | UF do destinatário |
| cMun_emit | NFe/infNFe/emit/enderEmit/cMun | Código do município do emitente |
Causas comuns#
- O código da UF não corresponde ao estado do emitente ou destinatário
- O código do município (IBGE) é inválido ou não pertence à UF informada
- A UF informada na chave de acesso diverge da UF do emitente
Como resolver#
- Verifique se o código da UF está correto conforme a tabela do IBGE (ex: 35=SP, 33=RJ, 41=PR)
- Confirme que o código do município (7 dígitos IBGE) pertence à UF informada
- Atualize os dados de endereço do emitente e destinatário no sistema emissor
Verificações analíticas#
- Se o primeiro dígito duplo da chave de acesso (cUF, posições 1-2) não coincidir com o campo cUF dentro de ide e também não coincidir com o código de UF derivado do cMunEmit (7 dígitos IBGE, primeiros 2 dígitos = código UF) no bloco emit/enderEmit, então há tripla divergência entre chave, ide e endereço do emitente: corrija cUF em ide para o código IBGE da UF real do emitente e regenere a chave de acesso.
- Se o CFOP informado em det/prod/CFOP iniciar com dígito 1 ou 2 (operação interna) e o cUF de emit/enderEmit divergir do cUF de dest/enderDest, ou iniciar com dígito 3 (operação interestadual) e ambos os cUF forem idênticos, então o CFOP contradiz a natureza geográfica da operação definida pelos endereços: ajuste o CFOP para a série correta (1/2 para interna, 3 para interestadual) ou corrija os campos de UF dos envolvidos.
- Se idDest indicar valor 2 (operação interestadual) e o cMunFG (município do fato gerador) tiver os dois primeiros dígitos diferentes do cUF do emitente em enderEmit, enquanto o cUF da chave de acesso for igual ao cUF do emitente, então o cMunFG aponta para UF distinta da autorizadora sem justificativa de substituição tributária ou importação: revise o município do fato gerador para que pertença à UF emitente ou ajuste idDest e o CFOP correspondentes.
- Se tpNF=1 (saída) e o CFOP do primeiro item iniciar com 1 ou 2 (entrada), ou tpNF=0 (entrada) e o CFOP iniciar com 5, 6 ou 7 (saída), e simultaneamente o cUF da chave divergir do cUF em ide, então a combinação de tipo de operação e CFOP invertidos pode ter forçado o sistema a selecionar o endpoint autorizador errado: corrija tpNF e CFOP de forma consistente e reenvie ao webservice da UF correspondente ao cUF do emitente.
- Se o campo xMun em emit/enderEmit não corresponder ao nome oficial do município cujo código cMun (IBGE 7 dígitos) está cadastrado na tabela IBGE, e os dois primeiros dígitos de cMun divergirem do cUF declarado em emit/enderEmit, então o par (cMun, UF) é internamente inconsistente e pode ter causado a seleção incorreta da UF autorizadora: substitua cMun pelo código IBGE correto do município pertencente à UF do emitente e atualize xMun e cUF em conformidade.
Consulte IEs e CNPJs antes de emitir NF-e
Muitas rejeições acontecem por dados cadastrais desatualizados. Com a FiscalAPI, consulte Inscrições Estaduais e CNPJs em tempo real direto da SEFAZ e Receita Federal.
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