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FiscalAPI
222 Autorização/Contingência

Rejeição 222 — Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado

Motivo da rejeição

Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado

3 min de leitura

O que é esta rejeição?#

A Rejeição 222 é retornada pela SEFAZ durante a validação da NF-e quando há uma inconsistência relacionada a chave de acesso que identifica unicamente a NF-e. Isso significa que a nota fiscal não foi autorizada e precisa ser corrigida antes de ser retransmitida.

Este código indica que rejeição: Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado.

Os campos afetados estão na seção de chave de acesso do XML.

Campos XML relacionados#

Esta rejeição está associada aos seguintes campos do XML da NF-e. Verifique cada um deles ao diagnosticar o problema:

CampoXPath no XMLDescrição
chNFeprotNFe/infProt/chNFeChave de acesso da NF-e (44 dígitos)

Causas comuns#

  • O protocolo ou recibo informado não corresponde ao registrado na SEFAZ
  • O tipo autorizador do recibo diverge do órgão que autorizou a NF-e

Como resolver#

  1. Consulte o protocolo de autorização correto usando a chave de acesso da NF-e
  2. Verifique se o recibo foi emitido pela mesma SEFAZ autorizadora

💡
Dica: Para identificar a causa desta rejeição, comece verificando os campos chNFe no XML da NF-e. Compare os valores informados com os dados cadastrais atualizados na SEFAZ e na Receita Federal.

Verificações analíticas#

  • Se o campo tpEmis for diferente de 1 (emissão normal) e o campo dhRecbto da nfeProc contiver data anterior à dhEmi do infNFe, então o protocolo de autorização foi gerado antes da emissão da nota em contingência, indicando reaproveitamento indevido de protocolo de outra NF-e: consulte a chave de acesso na SEFAZ autorizadora e substitua o nProt pelo protocolo vinculado especificamente a esta chave de acesso.
  • Se o cUF do campo chNFe (posições 1-2) divergir do cUF declarado em ide/cUF ou da UF do emitente em emit/enderEmit/UF, então a chave de acesso foi construída com código de UF de órgão autorizador diferente do que efetivamente autorizou a NF-e, fazendo o protocolo constar em SEFAZ distinta: reconstrua a chave de acesso garantindo que o cUF reflita o órgão autorizador real e consulte o nProt nesse mesmo órgão.
  • Se o campo ide/tpEmis indicar contingência offline (valores 5, 7 ou 9) e o nProt contido em protNFe/infProt não possuir o prefixo correspondente ao cOrgao do órgão que efetivamente transmitiu o documento ao retornar da contingência, então o protocolo registrado na SEFAZ pertence ao fluxo normal enquanto a NF-e foi autorizada pelo ambiente de contingência SVCRS ou SVCAN: identifique o ambiente autorizador utilizado na transmissão pós-contingência e utilize o nProt retornado por esse ambiente.
  • Se a chhNFe embutida em infNFe/Id (prefixo 'NFe' + 44 dígitos) diferir numericamente do campo chNFe presente em protNFe/infProt, então o protocolo foi obtido de uma consulta por chave distinta e vinculado incorretamente a esta NF-e: realize nova consulta de situação cadastral usando exatamente a chave de acesso extraída do campo infNFe/Id e substitua o bloco protNFe inteiro pelo retorno dessa consulta.
  • Se ide/nNF ou ide/serie sofrerem alteração após a primeira transmissão sem que a chave de acesso (que incorpora esses valores nas posições 23-31) tenha sido recalculada, e o nProt presente no XML corresponder à autorização da versão anterior da chave, então a NF-e atual apresenta chave divergente do protocolo armazenado na SEFAZ: regenere a chave de acesso com os valores corretos de serie e nNF, transmita novamente e utilize exclusivamente o nProt retornado nessa nova autorização.
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Consulte IEs e CNPJs antes de emitir NF-e

Muitas rejeições acontecem por dados cadastrais desatualizados. Com a FiscalAPI, consulte Inscrições Estaduais e CNPJs em tempo real direto da SEFAZ e Receita Federal.

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